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SINEGÁS CONVIDA: PALESTRA OS 11 PRINCIPAIS ITENS DE FISCALIZAÇÃO DA ANP NA CIDADE DE CASCAVEL

O Núcleo das Revendas de Gás da ACIC juntamente com o Sinegás trazem a Cascavel a palestra: 

 

OS 11 PRINCIPAIS ITENS DE FISCALIZAÇÃO DA ANP 

Palestrante: Marcelo Macedo

 

Esse evento é direcionado para os revendedores do setor GLP, com intuito de informar a respeito dos principais itens de segurança a serem vistoriados em uma fiscalização da Agencia Nacional do Petróleo - ANP

 

DATA: 13 de agosto de 2018

HORÁRIO: 16:15 as 17:30hs

LOCAL: ACIC – Associação Comercial de Cascavel 

ENDEREÇO: RUA PERNAMBUCO, 1800 – CENTRO - Cascavel-Pr

 

Participe desse momento de aprendizado. Confirme sua presença através do 44 3034-0243 ou pelo whatsapp 44 99805-7500.

Preço do Gás de cozinha sobe de novo e revendas tentam segurar reajuste

Fonte: Tribuna de Cianorte

 

 

Empresários passam a pagar R$ 4,97 por 1 kg de GLP; aumento chega a 8% no preço de compra 

 O quilograma do gás liquefeito de petróleo (GLP) está mais caro nas distribuidoras desde quarta-feira (1°). Desta vez, o reajuste foi no Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que serve de base para o recolhimento do Importo sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). No Paraná, a alta chega a 8% do preço da compra do produto pelos revendedores, o que pode refletir no preço final.

Para não prejudicar tanto o consumidor, algumas revendas pretendem absorver o reajuste. “Nos próximos dois meses teremos novos aumentos já previstos, dos funcionários e da Petrobras. Então vamos tentar segurar essa alta para que o consumidor não seja tão atingido”, afirma o empresário cianortense Carlos Alberto Camacho.

A presidente do Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo (Sinegás) de Maringá, Sandra Ruiz, disse que os empresários precisam tomar cuidado com absorção de preços, para não inviabilizar os negócios. “Muitos não têm condições de segurar esse novo aumento. A margem está cada vez menor e já temos empresários fechando as portas ou trabalhando na informalidade. O Governo do Paraná poderia ter segurado esse reajuste em um momento de dificuldade econômica”, ressaltou.

Este é o quarto aumento seguido do produto. O último foi em julho, quando os revendedores passaram a pagar 4,4% a mais pelo GLP por conta do reajuste da Petrobrás. “Nos últimos anos, os revendedores não vêm repassando o reajuste, porque a gente percebe que há uma recusa da população, já que o gás está sendo vendido a R$80 em alguns lugares. Mas, agora, se não houver esse repasse, a situação cará crítica. Já temos muitos empresários fechando as portas”, lamenta Sandra.

Se o reajuste chegar ao consumidor final será de aproximadamente R$ 5.Em Cianorte, a média de preços do botijão de 13 kg nas revendas é de R$ 75. (Com informações Sinegás e GMC Online)

 

Link: https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/preco-do-gas-de-cozinha-sobe-de-novo-e-revendas-tentam-segurar-reajuste

 

PREÇO DO GÁS DE COZINHA DEVE SUBIR NA SEMANA QUE VEM

Fonte: GMC Online

 

O preço do gás de cozinha deve aumentar em Maringá a partir da próxima segunda-feira (6). Isso porque os revendedores estão pagando mais caro pelo produto desde ontem (1º) e afirmam que o reajuste terá que ser repassado para a população.

O Conselho Nacional de Política Fazendária publicou no Diário Oficial da União a nova tabela do PMPF (Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final), que estabelece o valor do quilo do GLP (gás liquefeito de petróleo) a R$ 4,97. Na prática, isso significa alta de 8% no preço da compra do produto pelos revendedores.

Em julho, os revendedores já estavam pagando 4,4% a mais pelo GLP por conta do reajuste feito pela Petrobrás. Na época, a população não sentiu o aumento no bolso porque os revendedores não reajustaram o preço do gás.

No entanto, desta vez, isso não vai acontecer, explica a presidente do Sinegás, Sandra Ruiz. “Nós últimos anos, os revendedores não vêm repassando o reajuste, porque a gente percebe que há uma recusa da população, já que o gás está sendo vendido a R$ 80 em alguns lugares. Mas, agora, se não houver esse repasse, a situação ficará crítica. Já temos muitos empresários fechando as portas”, lamenta.

Claudemir Aparecido Pereira é dono da revendedoras de Maringá e contou que ontem já comprou o GLP pelo preço mais caro e, a partir da próxima segunda-feira, ele e os demais comércios da cidade devem vender o produto com preço mais alto.

 

“Temos que fazer isso, já amargamos o prejuízo de mais de anos não repassando o aumento. Não tem mais como segurar”. O aumento, segundo ele, deve ser de aproximadamente R$ 5.

Link: http://www.gmconline.com.br/noticias/cidade/preco-do-gas-de-cozinha-deve-subir-na-semana-que-vem

Operação prende oito funcionários de distribuidoras de combustíveis no Paraná

Fonte: G1 Globo

 

A Polícia Civil prendeu, em uma operação na manhã desta terça-feira (31), oito funcionários das empresas BR Distribuidora, Raízen (licenciada da marca Shell) e Ipiranga em Curitiba. Também foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão.

A suspeita é a de que essas distribuidoras controlavam de forma indevida e criminosa o preço final dos combustíveis nas bombas dos postos com bandeira das distribuidoras, prejudicando a livre concorrência.

Em Curitiba, ainda conforme as investigações, os preços eram definidos conforme as regiões da capital. O G1 apurou que os oito alvos de prisão temporária são:

·                   César Augusto Leal - assessor comercial BR Distribuidora;

·                   Marcos Bleuler Gouveia Alves de Castro - assessor comercial BR Distribuidora;

·                   Silvo César Avila - assessor comercial BR Distribuidora;

·                   Peter Oliveira Domingos - gerente da Distribuidora Ipiranga;

·                   Adriano Alves de Souza - assessor comercial da Distribuidora Ipiranga;

·                   Diego Neumann Balvedi - gerente da Raízen;

·                   Karen Pedroso da Silva - assessora comercial da Raízen;

·                   André Spina Oliva - assessor comercial da Raízen.

As buscas foram feitas nas casas dos suspeitos e nas sedes das empresas. Cinquenta policiais, quatro delegados, dois promotores e servidores do Instituto de Criminalística participaram da operação.

Além dos 20 mandados expedidos, a Justiça determinou ainda o afastamento do sigilo de e-mail de nove pessoas.

As buscas são feitas nas casas dos suspeitos e nas sedes das empresas (Foto: Amanda Menezes/RPC)

Como o esquema funcionava

A operação foi batizada de Margem Controlada e mira gerentes e assessores comerciais das três distribuidoras. Juntas, as empresas dominam 70% do mercado.

De acordo com a polícia, para se tornar um posto bandeirado, o empresário assinava um contrato de exclusividade com a respectiva distribuidora, tendo a obrigação de comprar o combustível somente dela – o que não é ilegal.

Porém, os representantes das distribuidoras vendiam o litro do combustível de acordo com o preço que deveria ser praticado pelo dono do posto. Isso servia para controlar, além do preço nas bombas, a margem de lucro dos empresários e a livre concorrência.

Os donos dos postos de combustíveis, então, procuraram o Ministério Público do Paraná (MP-PR) para um acordo de delação premiada. Eles confessaram a participação nos crimes e trouxeram provas, como documentos, áudios e vídeos.

Os documentos mostram um "desequilíbrio enorme" no mercado de combustíveis, conforme a polícia.

Os colaboradores também relataram ao MP-PR que a maioria dos postos de combustíveis pertence às distribuidoras, sendo eles locatários dos espaços e maquinários existentes no local. Isso é proibido por lei.

Os suspeitos podem responder por crimes de abuso de poder econômico e organização criminosa - as penas variam de dois a 13 anos de prisão.

A investigação levou mais de um ano e foi um trabalho conjunto entre a Divisão de Combate à Corrupção e Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba, órgão do MP-PR.

A ação teve ainda o apoio da Polícia Militar (PM) e de policiais civis do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e do Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber).

O Sindicombustíveis, sindicato que representa os postos do Paraná, declarou que as "acusações de interferência indevida e ilegal no mercado são gravíssimas e precisam ser investigadas profundamente".

Também afirmou que a "concorrência precisa ser sempre defendida para que os benefícios do livre mercado cheguem a toda a sociedade - desde os consumidores até os pequenos empresários que formam a grande maioria no segmento da revenda de combustíveis".

O que dizem os citados

Em nota, a Petrobras Distribuidora informou que "pauta sua atuação pelas melhores práticas comerciais, concorrenciais, a ética e o respeito ao consumidor, exigindo o mesmo comportamento de seus parceiros e força de trabalho".

Já a a Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, disse em nota que "acompanha o caso e está à disposição das autoridades responsáveis para esclarecimentos".

A empresa também reforçou que "os preços nos postos de combustíveis são definidos exclusivamente pelo revendedor" e que "a Raízen não tem qualquer ingerência sobre isso".

A distribuidora ainda declarou que "opera em total conformidade com a legislação vigente e atua sempre de forma competitiva, em respeito ao consumidor e a favor da livre concorrência".

Por telefone, a defesa de Ipiranga afirmou que ainda está se inteirando dos fatos e que só depois irá se manifestar. Afirmou, ainda, que está à disposição para colaborar com as investigações.

G1 tenta localizar a defesa dos oito alvos de prisão temporária.

 

Link:https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2018/07/31/policia-e-mp-fazem-operacao-contra-distribuidoras-de-combustiveis-no-parana.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

Preço do etanol cai 10 centavos em Cianorte

Fonte: Tribuna de Cianorte

 

Um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) mostra que o preço do litro de etanol recuou em 15 estados brasileiros, incluindo o Paraná. A queda foi de 1,34%, em média, em relação à semana passada. Em Cianorte, a maioria dos postos teve redução de 10 centavos e há uma expectativa por mais uma baixa até o fim da semana.

No mês passado, os consumidores locais chegaram a pagar R$ 3,09 pelo litro do combustível. Agora, o etanol pode ser encontrado a R$ 2,65. As seguidas quedas de preço podem ser explicadas pela oferta do produto. Com o tempo seco, o clima está favorável para a colheita de cana-de-açúcar e a produção de álcool aumenta nas usinas.

No Ipê Eco Posto, o litro do etanol caiu 30 centavos desde o fim da greve dos caminhoneiros, no início de junho e é vendido a R$ 3,79. A gasolina também teve redução e é comercializada a R$ 4,53.

No Posto Nacional II, a gerente Elessandra Almeida Assunção está de olho na concorrência para acompanhar as baixas. “Nós estamos diminuindo os preços conforme os repasses da distribuidora e sempre de olho nos concorrentes, para não ficarmos para trás. Além do etanol, reduzimos dois centavos da gasolina nesta semana”, afirma. Segundo ela, é possível que o etanol caia ainda mais até o fim da semana. Até a manhã desta quinta-feira (5), o litro custava R$ 2,69 no estabelecimento.

ETANOL X GASOLINA

Com a queda do preço do etanol, proprietários de veículos flex estão preferindo o biocombustível. Para confirmar se ele compensa mais do que a gasolina, a conta é simples: basta multiplicar o valor do litro de gasolina por 0,70. Se o preço do etanol estiver abaixo do valor resultante compensa abastecer com etanol.

Por exemplo, tomando por base os preços praticados no Ipê Eco Posto, o cálculo seria: R$ 4,53 x 0,70= 3,17. No local, o litro do etanol é R$2,69, ou seja, está abaixo do resultado. Portanto, nesse caso, compensa mais abastecer com o biocombustível. (Com informações do Estadão Conteúdo)

Queda de um lado, aumento de outro

Se por um lado os consumidores estão aliviados com a redução no preço do combustível, de outro uma nova alta vai pesar no bolso, o gás de cozinha. O reajuste anunciado pela Petrobras foi de 4,4%, em média, para o botijão de 13 quilos, o que representa um aumento de cerca de quatro reais no produto final.

 

Segundo a presidente do Sindicato das empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de petróleo (Sinegás) de Maringá, Sandra Ruiz, o aumento já era esperado e está dentro dos prazos definidos pela Petrobras. Os reajustes passaram a ser trimestrais desde janeiro.

 

Link: https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/preco-do-etanol-cai-10-centavos-em-cianorte 

Comunicado Sinegás

 

Comunicamos que a Lei Estadual nº 19.372/2017 está em vigor desde 22 de dezembro de 2017, na qual vedam aos shopping-centers, hipermercados, supermercados e estabelecimentos congêneres a venda ou revenda de combustíveis, derivados de petróleo e produtos inflamáveis, por intermédio de vales, cartões ou quaisquer representativos dos produtos descritos. A Associação Paranaense de Supermercados (APRAS) ajuizou ADIN – Ação direita de Inconstitucionalidade no mês de fevereiro de 2018, em tramite no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Paraná, visando a declaração de inconstitucionalidade da lei. Requereu ainda a medida cautelar liminar, visando a suspensão da eficácia da norma para que fossem sobrestadas multas, sanções, processos judiciais e administrativos. Informamos que a liminar não foi concedida por não haver quorum de votação suficiente para o deferimento da medida cautelar, ante a necessidade de maioria absoluta dos votos dos membros do Órgão Especial (artigo 10, caput, da Lei n. 9.868/99) decisão publicada no Diário Oficial DJ Paraná, em 20/07/2018 (p.121, Edição nº 2305 – 275 páginas). Assim companheiros, o Sinegás continua na luta pela defesa do setor de revendas de gás no Estado do Paraná. 

Sandra Ruiz 

Presidente do Sinegás

Comércio clandestino de gás causa preocupação

Presidente do Sinegás concedeu entrevista à Agora FM (91,3) para falar sobre o assunto
por Roberto Junior em 18/07/2018

A paralisação dos caminhoneiros autônomos acabou em maio, porém alguns setores continuam sentindo os efeitos da greve. Entre eles está o comércio de gás de cozinha.

De acordo com a presidente do Sinegás (Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo), Sandra Ruiz, o sindicato recebeu denúncias recentes apontando que existem pessoas fazendo venda ambulante de gás de cozinha sem autorização da ANP (Agência Nacional de Petróleo).

Em entrevista à Agora FM (91,3), Sandra afirmou que há uma série de riscos ao comprar botijões de revendedores não autorizados. “Entre eles há a possibilidade de adquirir um produto com peso adulterado e colaborar com o aumento dos clandestinos no setor”, aponta.

A orientação é que os consumidores procurem apenas revendas autorizadas e exijam nota fiscal no ato da compra para ter a garantia de estar comprando produtos de procedência. Em caso de irregularidades, os moradores podem fazer denúncias diretamente à ANP, que atende pelo número 0800 970 0267.

 

Link: http://www.portalagora.com/noticias/mostrar/id/58087/titulo/comercio-clandestino-de-gas-causa-preocupacao 

Gás de cozinha: preço deve subir em Paranavaí nos próximos dias

Fonte: Diario do Noroeste

 

Apesar do reajuste de 4,4% sobre o preço do gás de cozinha anunciado na semana passada, ainda é possível comprar botijões de 13 quilos a R$ 70, R$ 75 em Paranavaí. Mas o valor deverá subir nos próximos dias. 
Durante esses primeiros dias, as empresas revendedoras do produto conseguiram absorver o aumento. No entanto, segundo empresários de Paranavaí, a mudança de preço será necessária. “Ou a gente repassa, ou quebra”, disse Paulo Agostinho.
Ele afirmou que a soma de todos os reajustes aplicados sobre o valor do gás de cozinha desde março do ano passado resultaria na cobrança de mais de R$ 100 para os consumidores finais. Parte desse índice, disse Agostinho, já foi absorvida pelas revendedoras.
A prática de evitar o repasse para os clientes tem gerado dificuldades para os empresários. De acordo com Agostinho, a dimensão dos impactos negativos é responsável pelo fechamento de muitas empresas do setor.
Soma-se à série de reajustes ao longo dos últimos meses o aumento de impostos e de despesas mensais. “É um aumento amargo. Mexe com o consumidor”, lamentou Agostinho. Mas fez questão de enfatizar: “Esses reajustes vêm da Petrobras”.
IMPACTO - Se os preços tendem a subir nos próximos dias, a expectativa é que, a princípio, as vendas não sejam prejudicadas. É que durante os períodos mais frios, o consumo de gás aumenta aproximadamente 30%. Mesmo assim, é preciso considerar que o novo preço, já com o reajuste, pode ultrapassar os R$ 80.

 

Link:http://www.diariodonoroeste.com.br/noticia/paranavai/local/96363-gas-de-cozinha-preco-deve-subir-em-paranavai-nos-proximos-dias

Vai faltar gás de cozinha no Brasil

Fonte: FUP

 

Um dos itens do programa de desinvestimento privatização da Petrobrás é a redução das cargas nas refinarias, o que influencia diretamente o abastecimento do GLP (gás liquefeito de petróleo), o gás de cozinha.

Em 2014, a produção das Refinarias do país bateu recorde, chegando a refinar uma carga de 2,1 milhões de barris de petróleo por dia de acordo com o portal da Petrobrás. O que, consequentemente, gerou um aumento no processamento do GLP.

Ao contrário desta política do governo Dilma, em 2014, que visava a redução das importações de derivados através da gestão integrada do sistema de abastecimento, na gestão do entreguista Mishell Temer, a partir de 2016, a lógica foi invertida. Agora a ordem é reduzir o processamento das cargas das refinarias para comprar do mercado estrangeiro o que o país tem tecnologia e capacidade para produzir nacionalmente.

E esta nova política está refletindo principalmente dentro das casas dos nordestinos, como foi denunciado pelo INEEP na última quinta-feira, 21. De acordo como Instituto, a pesar da demanda do GLP na região ter aumentado, a produção nas refinarias vem diminuindo. “Portanto, pode-se supor que, mantendo a curva de produção com uma trajetória declinante, a diferença entre a demanda e a produção de GLP nessas regiões deve aumentar no próximo trimestre. Ou seja, a atual situação de desabastecimento observada em estados como Rio Grande do Norte, Recife, Paraíba e Santa Catarina tendem a se agravar no curto prazo, caso a Petrobrás não retome a sua produção nessas localidades” (Leia aqui).

Entendendo que o Brasil passa por um período de golpe contra os direitos dos trabalhadores e a população mais empobrecida, os petroleiros estão organizando uma greve nacional para abastecer o país. De acordo com o coordenador geral da FUP, Simão Zanardi, a intenção é fazer com que as refinarias, que estão operando com menos da metade da capacidade, voltem a operar com carga máxima. “Nossa greve não é para desabastecer o país, como está fazendo o governo Temer com essa política de desmonte que reduziu a carga das refinarias e elevou os preços dos combustíveis e do gás de cozinha, obrigando milhões de brasileiros a voltarem a cozinhar com lenha e carvão. Nossa greve é para que as refinarias voltem a operar com carga máxima e a Petrobrás possa voltar a cumprir a sua missão, que é abastecer o povo brasileiro, de norte a sul do país”.

Link: http://www.fup.org.br/ultimas-noticias/item/22899-vai-faltar-gas-de-cozinha-no-brasil 

Fornecimento de gás ainda é irregular após greve de caminhoneiros

Fonte: Jornal Nacional

 

Abastecimento foi afetado durante paralisação e, duas semanas depois, não voltou ao normal. Deixaram de ser produzidos 11 milhões de botijões.

 

Quando o caminhão carregado com gás chega no Recife é aquela euforia. Moradores fazem fila para trocar os botijões. E sem gás para cozinhar, outro produto ganhou espaço nas revendas: o carvão

“A gente está vendendo é carvão, carvão sai muito”, conta o vendedor de gás Cleber Luiz”

Na Paraíba, as distribuidoras estão entregando só 40% do gás necessário para abastecer o estado. “Eu estou cozinhando feijão, bastante feijão, colocando no congelador, nas travessas, para três, quatro dias, galinha para dois dias”, diz Maria José da Silva.

O fornecimento está irregular nos 167 municípios do Rio Grande do Norte. O gás que abastece os três estados vai de navio.

Nos três estados, o gás chega de navio, e ainda há fila para desembarcar e encher os botijões, um processo que acontece dentro do porto.

Na Bahia, o sindicato dos revendedores declarou que o bombeamento de gás foi reduzido em Salvador e as filas para carregar continuam.

No Triângulo Mineiro, o atraso na entrega de gás chega a quatro dias. Tem revendedora com 200 pessoas na fila de espera.

Em Goiás, das 3.500 revendas de gás, metade não tem o produto. O fogão ficou encostado e a panela elétrica e o micro-ondas ganharam vez na cozinha.

“Foi a opção que eu encontrei para poder fazer o meu almoço”, disse a confeiteira Renata Nolasco.

Os brasileiros usam por mês 33 milhões de botijões de gás de cozinha. Durante a paralisação dos caminhoneiros, 11 milhões deixaram de ser produzidos. Agora, além de repor os estoques, as distribuidoras enfrentam uma nova situação: quem encontra quer comprar mais de um botijão para estocar em casa, o que é perigoso.

Em nota, a Petrobras declarou que tem estoque suficiente para atender toda a demanda, mesmo nesta situação atípica, e que está entregando mais gás do que tinha sido acertado com as distribuidoras.

No caso de Pernambuco, a Petrobras disse que tem condições de aumentar as vendas de gás, desde que as distribuidoras consigam receber mais volume do produto.

 

Link: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/06/fornecimento-de-gas-ainda-e-irregular-apos-greve-de-caminhoneiros.html