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Reajustes de preços do gás de cozinha passam a ser trimestrais

Fonte: Agência Petrobras

 

Conforme anunciado em dezembro, a Petrobras realizou a revisão de sua política de preços do GLP de uso residencial, comercializado em botijões de até 13 kg, e definiu novos critérios para aplicação dos reajustes, além de uma regra de transição para 2018, que reduzirá o preço do GLP vendido nas refinarias em 5% a partir de amanhã (19/01).

 

O objetivo, conforme já anunciado, foi suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico, ao mesmo tempo em que se mantém o disposto na Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética, que reconhece como de interesse da política energética nacional a prática de preços diferenciados para a comercialização do GLP de uso residencial.

A Petrobras acredita que estes novos critérios permitirão manter o valor do GLP referenciado no mercado internacional, mas diluirão os efeitos de aumentos de preços tipicamente concentrados no fim de cada ano, dada a sazonalidade do produto. A referência continuará a ser o preço do butano e propano comercializado no mercado europeu, acrescido de margem de 5%.

Após a redução que entrará em vigor amanhã, o preço médio de GLP residencial sem tributos comercializado nas refinarias da Petrobras será equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg. Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.

As principais mudanças na política de preços são detalhadas a seguir:

1)    Os ajustes de preços passam a ser trimestrais em vez de mensais, com vigência no dia 05 do início de cada trimestre.
2)    O período de apuração das cotações internacionais e do câmbio que definirão os percentuais de ajuste será a média dos doze meses anteriores ao período de vigência e não mais a variação mensal.
3)    Reduções ou elevações de preços superiores a 10% terão que ser autorizadas pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços, formado pelo presidente da Petrobras e pelos diretores de Refino e Gás Natural e Financeiro e de Relacionamento com Investidores. Nestes casos, a data de aplicação dos ajustes (dia 05) pode ser modificada. Caso o índice de reajuste seja muito elevado, o GEMP poderá decidir não aplicá-lo integralmente, ficando a diferença para compensação conforme mecanismo adiante detalhado.
4)    Criação de um mecanismo de compensação que permitirá comparar os preços praticados segundo esta nova política e os preços que seriam praticados de acordo com a política anterior. As diferenças acumuladas em um ano, ajustadas pela taxa SELIC, serão compensadas por meio de uma parcela fixa acrescida ou deduzida aos preços praticados no ano seguinte.

Em 2018, excepcionalmente, o cálculo da variação do preço seguirá a seguinte regra de transição:

1)    Redução imediata de 5% no preço vigente a partir de 19/01, apurado com base nas médias das cotações internacionais e do câmbio de 01 a 12/01/2018. 
2)    Períodos crescentes de referência para apuração das variações de preço até que se chegue à média de doze meses, conforme tabela abaixo:

 

 

Trimestre de vigência do preço (t)

Data prevista do Reajuste

Período de apuração das médias de referência

1T2018

19/01/2018

01 a 12/01/2018

2T2018

05/04/2018

6 meses anteriores

3T2018

05/07/2018

9 meses anteriores

A partir do 4T2018

Dia 5 do início de cada trimestre

12 meses anteriores

 

 

Link: http://www.agenciapetrobras.com.br/Materia/ExibirMateria?p_materia=979960

Comunicado Sinegás sobre a Lei nº 19.372 (Vale Gás)

Comunicado Sinegás sobre a Lei nº 19.372 (Vale Gás)

Caros companheiros!

A união fortalece a categoria. 

Resultado disso foi a conquista que alcançamos, através do Deputado Estadual Tião Medeiros, que foi o autor do projeto de lei que proíbe a comercialização do vale-gás em supermercados, hipermercados, farmácias ou em qualquer outro estabelecimento sem a autorização da ANP.

 A  Lei nº 19.372 DE 20/12/2017 publicada no DOE dia 22/12/17 já está em vigor. Os estabelecimentos que estiverem comercializando o vale-gás devem ser denunciados porque estão desrespeitando a legislação. 

Essa denúncia deve ser feita pelo sindicato, que por orientação jurídica tomará as medidas judiciais cabíveis. Por isso, é muito importante que as denúncias sejam nos repassadas para que possamos acionar a Justiça e os órgãos responsáveis pela fiscalização. 

 Então, faça a denúncia ao Sinegás, através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo Whatsapp (44) 99805-7500.

 Sandra Ruiz

Presidente do Sinegás

Lei Nº 19372 DE 20/12/2017

Lei Nº 19372 DE 20/12/2017


  Publicado no DOE em 22 dez 2017

Altera a Lei nº 15.636, de 1º de outubro de 2007, que proíbe a instalação de postos de venda de combustíveis, derivados de petróleo e produtos inflamáveis, em shopping centers, hipermercados, supermercados e estabelecimentos congêneres, que se utilizem do mesmo CNPJ ou da mesma Inscrição Estadual.

A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Insere § 3º ao art. 2º da Lei nº 15.636 , de 1º de outubro de 2007, com a seguinte redação:

"§ 3º Veda aos estabelecimentos descritos no caput deste artigo a venda ou revenda de combustíveis, derivados de petróleo e produtos inflamáveis, por intermédio de vales, cartões ou quaisquer representativos dos produtos descritos. (NR)"

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio do Governo, em 20 de dezembro de 2017.

Carlos Alberto Richa

Governadora do Estado

Mauro Ricardo Machado Costa

Secretário de Estado da Fazenda

Valdir Rossoni

Chefe da Casa Civil

Tião Medeiros

Deputado Estadual

Jonas Guimarães

Deputado Estadual

Preço do gás dispara na Europa após explosão na Áustria

Fonte: https://www.rtp.pt/noticias/economia/preco-do-gas-dispara-na-europa-apos-explosao-na-austria_n1045960

 

Uma explosão seguida de um enorme incêndio abalou esta terça-feira de manhã um dos maiores terminais de gás regionais do centro da Europa, localizado em Baumgarten, Áustria, perto da fronteira com a Eslováquia. Uma pessoa morreu e duas dezenas ficaram feridas no incidente.

A Gas Connect Áustria, filial com 51 por cento do grupo austríaco de energia, OMV, responsável pelas operações em Baumgarten, atribuiu num primeiro momento a explosão a uma "falha técnica". A polícia fala em 'acidente'. Baumgarten é um dos maiores nódulos regionais de transformação e redistribuição de gás natural na Europa. Recebe-o de países tão distantes como a Rússia e a Noruega e distribui-o para destinos como a Alemanha, que o reenvia para vários países do ocidente europeu, e a Itália.

A empresa afirmou que os gasodutos que fornecem gás aos países fronteiriços a sul e a sudoeste - como a Hungria, a Eslovénia e a Croácia, além de Itália - foram encerrados após a explosão e incêndio, e o fornecimento suspenso. 

A empresa afirma contudo que o fornecimento à Europa, via Alemanha, não foi afetado.

A Gas Connect Austria declarou o incêndio extinto ao fim de quase cinco horas e referiu que as autoridades austríacas vão fazer uma inspeção aos estragos em Baumgarten com caráter de urgência. O fornecimento será retomado com a maior brevidade possível, acrescentou.
Preço do gás dispara
O fornecimento de gás a diversos países europeus pode estar em risco. 

Os mercados de energia, já nervosos com várias falhas em reatores nucleares e interrupções em infraestruturas de gás, além do encerramento do gasoduto Forties no Mar do Norte, reagiram de imediato perante a perspetiva de queda no fornecimento de gás em pleno inverno.

Na Grã-Bretanha, o preço do gás de entrega imediata disparou, subindo 40 por cento para níveis de 2013. Em Itália, o preço de energia por atacado do dia anterior bateu todos os recordes ao subir 150 por cento, para 60 euros por megawatt-hora.

O porta-voz a UK National Grid, a distribuidora energética britânica, veio mesmo  garantir ao público que existem reservas suficientes para responder à procura, comprovando o nível de de preocupação com a falha em Baumgarten. 

Foto: Reuters
Reservas
O analista da Wood Mackenzie, Massimo Di-Odardo, acredita contudo que as reservas existentes são suficientes para enfrentar eventuais dificuldades para já. 

"No entanto, se o fornecimento não for retomado rapidamente e o tempo frio continuar, os preços irão continuar elevados ao longo do inverno", acrescentou. 

"Poderemos assistir a alguma competição entre a Europa e a Ásia para atrair o LNG (gás liquefeito distribuído por via marítima), este inverno", admitiu ainda.

A russa Gazprom Export, uma das maiores fornecedoras de gás da Europa, anunciou entretanto que está a trabalhar para redirecionar um fluxo de gás ininterrupto para os clientes afetados. 
Estado de emergência em Itália
Roma, o maior cliente de Baumgarten, declarou o estado de emergência, com o ministro italiano para a Indústria a considerar o corte do fornecimento de gás como um problema "sério". O estado de emergência irá permitir ao Governo italiano acionar os meios necessários para pedir a centrais de carvão e de combustível para aumentarem a sua produção como medida extraordinária.

O grupo Snam, responsável pela distribuição de gás em Itália, mostrou-se mais otimista e confiante no regresso rápido da normalidade no fornecimento de gás. 

"Com base nas informações até agora, o fornecimento deverá ser reposto ainda hoje, se se confirmarem os primeiros relatórios de que a infraestrutura de transporte não foi afetada", declarou.
"Estragos importantes"
O terminal de Baumgarten foi inaugurado em 1959 e tem uma capacidade anual de 40 mil milhões de metros cúbicos, o que faz dele um dos principais centros de gás da Europa central. 



Neste período do ano trata seis milhões de metros cúbicos de gás por hora, de acordo com a Gas Connect Austria.

A explosão provocou "estragos importantes", admitiu à Agência France Presse, AFP, Armin Teichert, o porta-voz da Gas Connect Austria.

O terminal, que emprega 50 pessoas e trabalhadores externos, foi evacuado e colocado em "modo segurança". A Gas Connect Áustria relatou o sucedido num comunicado.

"Deu-se uma explosão esta manhã antes das 09h00 (08h00 GMT) nos terrenos de Baumgarten Natural Gas Station," afirmou. "A explosão provocou um incêndio grave que foi controlado e repartido em diversos incêndios mais pequenos", acrescentou.
Chamas e fumo vistos a quilómetros
A polícia refere que a causa foi acidental e ocorreu às 08h45 (07h45 GMT). As imagens captadas após o incidente mostraram enormes chamas e colunas de fumo sobre o terminal, visíveis a vários quilómetros e que perduraram várias horas. 

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Perto do local viram-se depois as carcaças incineradas de vários veículos, algumas das quais pareciam ter fundido.

"Ouvi uma enorme explosão e ao princípio pensei que tinha sido um acidente de avião. Depois, vi uma imensa massa de chamas", disse à AFP Thomas Hulik, um fotógrafo que mora numa aldeia eslovaca vizinha do terminal. Cerca de 200 operacionais, incluindo bombeiros e polícias, prestaram socorro aos feridos apanhados na explosão, 18 de acordo com os bombeiros, 21 de acordo com a polícia, um deles em estado grave. Entre os feridos ligeiros encontram-se "empregados de empreiteiros de seis países" além da Áustria.

A empresa mantém que apenas uma área de 100 por 100 metros foi afetada pelo incidente, num terminal que abrange 17 hectares. Não revelou contudo a importância dessa localização nem quanto tempo irá levar a recuperar o funcionamento.

Eustream, o operador de gasodutos da Eslováquia, confirmou já a suspensão do trânsito de gás vindo da Áustria. 

A Ucrânia, que procura comprar gás à Europa através da Eslováquia para diminuir a sua dependência do gás vindo da Rússia, admite também vir a ser afetada no fornecimento embora a nível reduzido e deverá recorrer a reservas para compensar as perdas.
 

Petrobras vai mudar regra que reajusta preço do gás de cozinha

Fonte: G1

 

O preço do gás de cozinha já subiu 68% desde junho, quando a Petrobras criou uma regra de correção automática do valor do produto, aplicada no dia 5 de cada mês. Desconfortável com o impacto desta magnitude no preço de um produto que ninguém pode abrir mão de consumir, do mais pobre ao mais rico, a Petrobras está decidida a rever sua própria política.

Ainda não se definiu a nova fórmula, mas já foram fixados alguns parâmetros. Por exemplo, a correção do preço não deverá mais ser mensal. Com isso, evita-se a incorporação de aumentos de preços do gás no mercado internacional, sujeitos a grandes variações no curto prazo.

Em junho, a Petrobras anunciou que, a partir do dia 5 daquele mês, o preço do gás nas refinarias da empresa seguiria uma regra fixa.

Seria determinado pela cotação do gás butano e propano no mercado europeu, convertido pela média diária das cotações de venda do dólar pelo Banco Central, acrescida uma margem de 5%.

E seria reajustado, pelo menos, uma vez por mês, a cada dia 5. A partir daí, os reajustes passaram a ser uma decisão meramente administrativa, de aplicação da fórmula, sem avaliar outras implicações.

A regra demonstrou ser um castigo para o consumidor. No início de agosto, o furacão Harvey, no Golfo do México, provocou a paralisação temporária, por razões de segurança, de quase metade do parque de refino dos Estados Unidos, localizado nos estados do Texas e da Louisiana.

O furacão paralisou, inclusive, uma refinaria bem conhecida dos brasileiros: a de Pasadena, que refina 100 mil barris por dia e ganhou as manchetes no escândalo do petrolão.

A paralisação das refinarias levou a uma redução dos estoques nos Estados Unidos, pressionando os preços dos combustíveis no mercado internacional. Enquanto o preço do petróleo bruto caía, porque diminuía o refino naquele momento, as cotações da gasolina e de outros derivados subia.

Para complicar ainda mais, a chegada do inverno no hemisfério norte, que eleva o consumo, pressionou ainda mais os preços.

Não está claro ainda se a nova regra em estudo vai implicar, em algum momento, na reversão dos aumentos já praticados. Mas, provavelmente, seus efeitos serão diluídos ao longo do tempo.

 

Também não se pensa em voltar à política anterior, que mantinha congelado por longos períodos o preço do gás. De janeiro de 2003 a agosto de 2015, o preço do gás de cozinha nas refinarias da Petrobras ficou congelado. Nem por isso o preço deixou de subir para o consumidor: 56,8% naquele período.

Está demonstrado que o preço para o consumidor sobe mesmo quando não há aumento nas refinarias da Petrobras. E desconfia-se que o preço para o consumidor pode não cair, mesmo que a Petrobras decida reduzir o valor de venda aos distribuidores.

Petrobras anuncia reajuste nos preços do GLP residencial

A Petrobras informa que, de acordo com a política de preços divulgada em 07/06/2017, reajustou os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 kg (GLP P-13), o gás de cozinha, em 8,9%, em média. O reajuste entra em vigor à zero hora de 05 de dezembro de 2017, próxima terça-feira.

O reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais, que acompanharam a alta do Brent.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.

O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 4,0% ou cerca de R$ 2,53 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

O último reajuste ocorreu em 05 de novembro de 2017. A alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial/comercial.

A Petrobras informa ainda que as futuras mudanças nos preços do GLP voltado ao segmento residencial nas refinarias estão sendo informadas também por meio do site da companhia.

 

Fonte: http://www.agenciapetrobras.com.br/Materia/ExibirMateria?p_materia=979848

 

Petrobras anuncia reajuste nos preços do GLP industrial

A Petrobras decidiu reajustar os preços de comercialização às distribuidoras do GLP destinado aos usos industrial e comercial, no percentual médio de 5,3% e vigência a partir de amanhã (2/12).

A alteração se faz necessária devido ao aumento das cotações internacionais do produto, que acompanharam a alta do Brent.

A Petrobras esclarece que este reajuste não se aplica aos preços de GLP destinado ao uso residencial, comercializado pelas distribuidoras em botijões de até 13kg (conhecido como P13 ou gás de cozinha).

A Petrobras informa ainda que as futuras mudanças nos preços do GLP voltado aos segmentos industrial e comercial nas refinarias estão sendo informadas também por meio do site da companhia.

 

Fonte: http://www.agenciapetrobras.com.br/Materia/ExibirMateria?p_materia=979843

INSPEÇÃO TÉCNICA NA REVENDA DE GÁS LP

Atenção Empresários do GLP!

O Marcelo Macedo da Escola do Gás estará no Paraná de 16 a 21 de dezembro/17 realizando:

 INSPEÇÃO TÉCNICA NA REVENDA DE GÁS LP 

Caso tenha interesse em participar desta adequação em sua revenda, entre em contato conosco.

Sinegás
 44 99805-7500 / 44 3034-0243

 Participe desta adequação e evite multas da ANP 

http://escoladogas.com.br/