Sinegás

Sinegás

URL do site:

Reunião com autoridades locais no Sebrae de Arapongas 06/12

Reunião no Sebrae de Arapongas.PR dia 06.12.16 com a presença do Promotor Dr. BRUNO VAGAES, Tenente SHELBAUER, Sargento DA SILVA e das revendas de Gás LP da cidade.

O pleito para as autoridades foi a solicitação de mais rigor na fiscalização do transporte irregular de Gás LP e também o comércio irregular na cidade.

Agradecemos as autoridades que compareceram na reunião e aproveita para reiterar para as revendas que nossa missão é atuar no.combate as irregulares do setor.

Encontro Técnico do GLP realizado pela ABNT

Convidamos a todos para participar do Encontro Técnico do Gás glp realizado pela ABNT, da nova portaria nos dias 09 com presença do Marcelo escola do gás Noel diretor anp para esclarecimento da nova portaria

  • Publicado em Agenda
  • 0

Temer indica dois nomes para ocupar diretoria da ANP

BRASÍLIA - O presidente Michel Temer enviou para o Senado Federal a recomendação de dois nomes para ocupar a diretoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O primeiro é de Décio Oddone, que deve assumir a diretoria-geral da agência, conforme revelado pelo GLOBO em outubro. O segundo nome é de Felipe Kury, nome que surpreendeu o mercado.

 

As mensagens de encaminhamento foram publicadas nesta terça-feira no Diário Oficial da União (DOU). Os nomes serão submetidos a sabatina e deverão ser aprovados pelo Senado, para assumir os cargos.

 

A agência estava com um quórum mínimo de apenas três diretores, entre o total de cinco possíveis. No próximo ano, mais um diretor terá seu mandato vencendo na ANP.

 

O nome de Oddone agradou ao setor, por se tratar de um técnico com experiência na área internacional da Petrobras e por ter passado por outras companhias de renome.

 

A nova diretoria, segundo fontes do governo, deverá lidar com temas polêmicos em curso na agência, como, por exemplo, os pedidos de revisão de exigência de conteúdo local para a exploração do campo de Libra, do pré-sal, e promover os três leilões de áreas previstos para 2017.

 

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/petroleo-e-energia/temer-indica-dois-nomes-para-ocupar-diretoria-da-anp-20597046

 

Após aumentar gasolina e diesel, Petrobras anuncia alta do GLP industrial em 12,3%

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (6) que decidiu aumentar em 12,3% o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para uso industrial, comercial e a granel. O aumento começa a valer na quarta-feira (7).

Já as distribuidoras estimam que o aumento médio ficará em torno de 13%. Os preços são livres, mas o mercado estima que esse reajuste será logo repassado para os consumidores.

 

"A Petrobras esclarece, também, que os preços de GLP destinado ao uso residencial, comercializado em botijões de até 13kg (conhecido como P13 ou gás de cozinha), não foram objeto de reajuste", disse a empresa em comunicado.

 

Na segunda-feira (5), a Petrobras anunciou uma elevação de preço da gasolina e diesel nas refinarias. O valor do litro de gasolina será reajustado em 8,1%, enquanto o preço do diesel subirá 9,5%. Os novos valores entram em vigor a partir desta terça-feira (6).

 

Em outubro, a empresa mudou sua política de definição de preços. Desde então, um comitê - 0 Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) - se reúne a cada 30 dias para decidir o valor da gasolina. Nas duas últimas reuniões, em 14 de outubro e 8 de novembro, o preço da gasolina e do diesel foi reduzido.

 

A venda de gás para indústrias comércio e a granel representa cerca de 29% do mercado. A última vez que o produto foi reajustado foi em dezembro do ano passado.

Soldados do curso de formação de bombeiros passam por treinamento em empresas de Umuarama

Os soldados do Curso de Formação de Bombeiros do 6º Subgrupamento do Corpo de Bombeiros de Umuarama realizaram um treinamento prático para conhecer os diferentes sistemas de prevenção a incêndios em empresas de Umuarama, durante a quinta (1) e sexta-feira (2).

 

O objetivo foi comparar a diferença entre os sistemas preventivos de incêndio e pânico de empresas e edificações e conhecer as medidas a serem tomadas caso eles falhem.

“Os soldados tiveram a oportunidade de ver de perto como foi implantado cada sistema preventivo, que varia de acordo com risco de incêndio que cada um oferece”, disse o aspirante Malaquias.

 

Segundo ele, entre as instruções, os soldados foram orientados sobre a instalação de cada tipo de sistema de prevenção, como fiscalizar e como proceder caso falhem.

“A partir de agora eles saberão fiscalizar e utilizar os elementos desses sistemas de prevenção. Caso falhem, estão preparados para o combate a um eventual sinistro utilizando os elementos que possuem”, destacou o aspirante.

O Major Azevedo comandou o treinamento. Participaram os soldados Leonardo, Arnaldi, Ceranto, Marcomini, Cruz, Lucas, Ribeiro, Sorato, Mendes, Mariana, Calazans, Quintana, Fidélis e Teófilo.

 

Foram visitadas as empresas Zaeli, Estofados Helen, Umugás e Edifício Arbos, cada uma com um grau de risco e sistemas de prevenção a sinistro e pânico diferentes.

Para o gerente financeiro da Umugás, Alan Junio Argenton da Silva, a parceria com o Corpo de Bombeiros é fundamental para garantir a segurança da empresa, seus funcionários e clientes.

 

“Nosso sistema de prevenção a sinistro e pânico cumpre todas as normas determinadas pelo Corpo de Bombeiros. Contamos com a parceria desta valorosa corporação para garantir a segurança da empresa, nossos funcionários, clientes e vizinhos. Estamos sempre de portas abertas para receber e apoiar o 6º Grupamento em tudo o que for necessário”, destacou Silva. 

ENAGÁS 2016 6º Encontro Nacional de Gas LP

O evento aconteceu no Rio de Janeiro-RJ para discutir assuntos pertinentes ao setor e foi promovido pelo Sindigás.

A Diretoria do Sinegas esteve presente prestigiando este belíssimo evento.
Parabéns pela iniciativa do Sindigás!

 

Vazamento de gás pode ter provocado explosão e incêndio em farmácia de Camaçari

Seis pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas, segundo Bombeiros

 

O incêndio que atingiu uma farmácia em Camaçari na tarde desta quarta-feira (23) pode ter sido causado por um vazamento de gás, segundo o major Lanusse Araújo, comandante do 10º Grupamento de Bombeiros Militares (GBM/Camaçari). Houve uma explosão no mezanino da farmácia, que provocou o desabamento da laje e fez as chamas se alastrarem. O número de mortos subiu para 6 na noite de hoje.

 

"Existia um serviço de manutenção no mezanino da farmácia e provavelmente foi em virtude dessa explosão do mezanino que fez desabar toda laje. Após a explosão, teve o incêndio. Primeiro a explosão, o desabamento e em seguida o incêndio", diz. "Obviamente pode ter acontecido (vazamento de gás). Era um serviço de solda", explica. 

 

Os três primeiros mortos tiveram os corpos retirados dos escombros hoje, o último deles às 19h10 - as chamas foram contidas no final da tarde. Outros três corpos foram encontrados embaixo da laje agora à noite. Os bombeiros seguem fazendo buscas no local, para se certificar de que não há mais vítimas. Os corpos estavam carbonizados e não foram identificados até o momento. Um cachorro ajudou a localizar um dos corpos. 

 

"Não tem como identificar, mas é possível dizer que uma das vítimas aparenta ser criança. Quando ocorreu a explosão, a laje caiu. Estamos quebrando a laje toda para ver se ainda tem mais vítimas", explicou agora à noite o major Lanusse. "Pode ser que tenha mais gente, a gente não sabe ao certo quantas pessoas estavam na farmácia".

 

Segundo o major, foi um trabalho de combate às chamas complicado. "O fundo da farmácia é de difícil acesso. Não houve nenhum problema com água", afirmou. Um carro-pipa da Embasa foi enviado ao local para ajudar no trabalho. 

 

A denúncia de falta de água partiu de algumas testemunhas. Leriane Neves, gerente de uma ótica próxima, foi até o local para tentar ajudar. "Fiquei sabendo que era na farmácia, eu tenho uma amiga que trabalha aqui, eu vim correndo para ver se tinha acontecido algo com ela. Quando eu cheguei, já tinham dado socorro a ela. Aí a gente começou a ajudar pessoas", conta. Segundo ela, os bombeiros demoraram cerca de 40 minutos para chegar e a água acabou rapidamente. "Jogaram água, em menos de 10 minutos acabou. Fomos pegar na praça para ajudar, mas interditaram, não deixaram por motivo de segurança", conta. "O Corpo de Bombeiros é muito próximo daqui, e demoraram 40 minutos para chegar".

 

Além dos mortos, 14 pessoas ficaram feridas. Cinco foram para Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. As outras nove foram para o Hospital Geral de Camaçari, sendo que quatro foram transferidas posteriormente para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. O helicóptero do Graer, da Polícia Militar, ajudou, fazendo transporte de duas das vítimas em estado grave e as outras duas foram transferidas de ambulância. Segundo a Secretaria de Saúde de Camaçari, dois feridos já tiveram alta. 

 

A Polícia Civil vai investigar o incêndio através da 18ª Delegacia (Camaçari). A delegada Thaís Siqueira do Rosário, titular da unidade, disse que vai começar os trabalhos de apuração amanhã. "A perícia está ainda no local, então ainda não ouvi ninguém", relata. "A partir de amanhã vamos já contactar as pessoas, tentar ouvir testemunhas do fato, sobreviventes. Não garanto que já vamos ouvir alguém amanhã, porque está todo mundo em choque. Mas vamos iniciar o trabalho", diz a delegada ao CORREIO.

 

Em nota, a Pague Menos informou que lamenta o incidente e que se solidaria com a dor das vítimas. A assessoria informou que a empresa está prestando assistência às famílias e que está trabalhando junto com as autoridades para investigar a causa do acidente. "A segurança dos nossos funcionários e clientes sempre foi e sempre será de extrema importância para nossa companhia", diz o texto.

 

Da Redação, com Alexandro Mota (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.)

23/11/2016 19:58:00

Atualizado em 24/11/2016 02:36:58

(Foto: Camaçari Notícias)

"Acabamos de assinar o contrato para a aquisição da Liquigás" diz Ultragaz

Acabamos de assinar o contrato para a aquisição da Liquigás.

Isto significa que, após a aprovação pelo Cade, esta operação trará mais benefícios, vantagens e serviços especialmente a você, consumidor brasileiro.

Graças ao pioneirismo e à busca da inovação que sempre nos caracterizaram, a Ultragaz acredita no desenvolvimento do mercado do GLP, exatamente como temos feito nesses 79 anos de atuação e investimento no Brasil e continuaremos com nossos princípios e valores orientados pelo bom atendimento e serviço a nossos clientes. Porque é assim que a gente faz...

Até a aprovação formal pelo Cade, tudo segue exatamente como está. Se você tiver alguma dúvida, consulte nosso portal, ou entre em contato com Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Concentração do Mercado de GLP no Brasil, pode chegar a 60% em um único grupo

Com a atual crise da Petrobrás veio à tona mais um problema para as revendas brasileiras de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) administrar. A Petrobrás colocou à venda a Liquigás Distribuidora S/A e não demorou a encontrar um batalhão de interessados na cobiçada Liquigás, principalmente por sua participação de mercado e uma história de 63 anos de tradição. No dia 17 de novembro de 2016 a Ultrapar Participações S.A anunciou oficialmente que através de sua subsidiária Cia Ultragaz S/A, assinou contrato de compra e venda com a Petróleo Brasileiro S.A (Petrobrás), para a aquisição da Liquigás.

 

Há muito tempo se discute os problemas da concentração do mercado de GLP no Brasil, onde cinco Distribuidoras de GLP detêm 93,55% do mercado brasileiro, caso venha concluir a venda da Liquigás para o Grupo Ultra, teremos então quatro distribuidoras dominando 93,55% do mercado de GLP.

Qual será a posição do Conselho Administrativo de defesa econômica-CADE, nesta operação? Permitirá que um grupo detenha 45,6 % do mercado dominando e determinando regras, explorando o consumidor com um produto de utilidade pública, onde 72% do GLP distribuído no país é envasado em recipiente de 13 Kg e destinado ao consumo residencial, principalmente para as classes c, d, e?

 

Há de se levar em conta que hoje 27% do GLP vendido no Brasil é importado pela Petrobrás e já se desenha um novo momento para que as importações sejam feitas pelas distribuidoras sendo que estas não dispõem no momento de estruturas logísticas para o armazenamento de GLP, levando se em conta que nosso armazenamento nacional de GLP disponível tem durabilidade de apenas quatro dias.

 

Hoje o GLP industrial e o residencial (envasado em embalagens até 13 kg) vendidos aos consumidores brasileiros tem tratamento diferenciado nos preços, ou seja, subsídios aos consumidores residenciais como forma de amenizar os custos das classes mais necessitadas. Com a nova modalidade de importação pelas distribuidoras, esses preços terão que serem revistos e provavelmente igualados, inúmeras serão as oportunidades de aumento de preços para as distribuidoras, como ficará a situação do consumidor brasileiro diante da esperada concentração de mercado?

 

O CADE exercerá de fato seu papel perante a sociedade e o consumidor Brasileiro, ou atenderá aos interesses dos grandes investidores?

Nunca fomos contra a venda da Liquigás, principalmente em consideração a situação caótica que a Petrobrás foi levada através da corrupção que a dominou nos últimos anos, mas nos manifestamos sim, contra a venda dos ativos para grupos já dominantes e líderes do setor que teriam a possibilidade da grande concentração do mercado de GLP.

E o caminho tem sido exatamente esse, nos parecem cartas marcadas, pois 46 empresas foram convidadas a participar deste processo, mas não se divulgaram as propostas efetivadas na reta final para dar mais transparência as negociações.

 

Os empresários autorizados pela ANP (aproximadamente 4800) a exercerem a atividade de revenda de GLP da marca Liquigás, estão à mercê da sorte, esses foram negociados juntos em um pacote que inclui toda sua estrutura empresarial e seus clientes, a mercê da sorte porque não sabem qual serão os seus destinos, tudo dependerá da decisão do CADE, estes poderão se tornar revendedores de alguma marca que ainda não é possível saber, quem pagará o custo deste processo de transformação de imagem da revenda perante seu cliente?

 

E as demais distribuidoras concorrentes do setor, ficarão caladas assistindo o massacre do mercado, ou haverá reação?

Alertamos por um possível dano à concorrência no setor de GLP, que com a concretização do negócio, retirará da visão do consumidor um marca tradicional, reduzirá por consequência as opções dos consumidores que buscarão pela marca Liquigás, os preços serão elevados com facilidade com um domínio de quase 50% do mercado e em algumas regiões como Bahia e São Paulo chegando a 60%, será possível fazer qualquer manobra para aniquilar a concorrência ou por outro lado explorar e limitar a liberdade dos consumidores.

O setor de revendas que aguarda com ansiedade uma nova resolução da Agência nacional de Petróleo Biocombustíveis e Gás Natural – ANP, que poderia contemplar uma nova modalidade de Revendas Bandeira Branca, e aumentar a chance dos consumidores ter mais opção de compra, já discute o tema com preocupação, caso se concretize essa transação da Ultra com a Liquigás reduzirá drasticamente a concorrência e os revendedores serão manipulados por contratos unilaterais e leoninos.

 

Resta agora ao segmento organizado e a população brasileira encaminhar os questionamentos ao CADE para que esse tome uma decisão justa e não venha a concentrar esse mercado mais do que já está.

 

José Luiz Rocha – Presidente da Abragás