Gás de botijão foi maior impacto individual no IPCA-15 de outubro

Fonte: Valor Economico 

 

RIO  -  O aumento de preço do gás de botijão foi um dos responsáveis pela aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de 0,11% em setembro para 0,34% um mês depois, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O preço do gás de botijão subiu 5,72% em outubro, contribuindo com 0,07 ponto percentual para a inflação do mês. Foi o maior impacto individual no índice. De setembro a outubro, a Petrobras anunciou três reajustes nas distribuidoras para o botijão de gás de 13 kg: 12,2% a partir de 6 de setembro; 6,9% a partir de 26 de setembro; e 12,9% a partir de 11 de outubro. A estatal alegou que os reajustes se devem à variação das cotações do produto no mercado internacional.

Com os reajustes, o item variou de 2,1% registrados na região metropolitana do Rio de Janeiro a até 7,89% na região metropolitana de Belém. 

Desta forma, a prévia da inflação do grupo de habitação - no qual o gás de botijão está inserido - acelerou de 0,26% em setembro para 0,66% em outubro. Esse grupo contribuiu com 0,10 ponto percentual para o índice do mês.

Também dentro do grupo de habitação, a alta na taxa de água e esgoto ficou 0,11% mais cara, reflexo do reajuste de 4,33% na região metropolitana de Fortaleza, a partir de 23 de setembro. A energia elétrica, por sua vez, apresentou queda de 0,15% na prévia de outubro, após baixa de 0,40% em setembro.

Em outubro, a bandeira tarifária passou de amarela para vermelha, no nível dois. Com essa alteração, o valor acrescido nas contas de luz para cada 100 quilowats-hora (kwh) consumidos passou de R$ 2 para R$ 3,50.

 

 

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